Brinquedos: como escolhê-los?

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Os brinquedos têm uma presença muito forte na vida de qualquer família. Seja na casa dos pais, dos avós ou outros familiares, seja nas escolas e até salas de espera, estes objetos fazem as delícias das crianças e são, geralmente, imprescindíveis para ajudá-las a ultrapassar algumas situações mais difíceis (levar uma vacina, suportar uma longa espera no médico, ultrapassar uma adaptação na escola…). Mas não servem apenas como distração ou recompensa, detêm um grande poder de conciliar o lúdico com o desenvolvimento cognitivo, psicomotor, linguístico, sensorial, percetivo, emocional, social, entre outros.

No entanto, nem todos os brinquedos que se encontram disponíveis para venda são adequados e seguros para as crianças das diversas idades e, muitas vezes,são os próprios adultos que não sabem adquiri-los de acordo com a idade respetiva nem reconhecem ou valorizam as indicações e símbolos existentes nas caixa, tornando-os desadequados e até perigosos de manusear…

Assim, em 2002 o Instituto de Consumidor lançou algumas linhas orientadoras para ajudar nesta tarefa. Passo agora a referir algumas: